Sábado, 9 de Maio de 2009

Espelho....

 

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publicado por O Solitário às 09:58
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Sexta-feira, 8 de Maio de 2009

Vida...

 

 

Comecei a semana com duas notícias e uma novidade! …Uma notícia, o falecimento de um colega e amigo, a outra notícia, o nascimento de mais um sobrinho-neto e a novidade, o início de um novo ciclo, que se quer cheia de felicidade e de amor.
 
Tudo isto se esperava, a morte, devido à doença impiedosa que não escolhe idades; o nascimento, por razões óbvias; a novidade, porque sabia que alguém não desistia de tentar ser feliz.
 
Foi o desaparecimento físico de um amigo, só físico, porque a sua memória perpetuará para sempre, até um dia, em que encontremos, por aí…
 
É a alegria de uma nova vida, é a alegria de ver a família aumentar, de ver a felicidade estampada no rosto dos pais, dos avós, dos tios, de todos!... Que sejas muito feliz, que cresças com saúde, que a vida te reserve sempre boas surpresas!
 
Foi uma novidade, a novidade de uma expectativa que se está a concretizar, alguém que procurou encontrar o seu caminho, alguém que não desistiu de ser feliz, de amar e ser amada, alguém a quem “O Solitário” deseja sinceramente as maiores felicidade e que essa felicidade se eternize no tempo, num tempo que não haja tempo para a conjugação do verbo “acabar”, mas sim, num tempo em que o tempo seja sempre tempo de conjugar o verbo amar! …. Que sejas feliz!

 


publicado por O Solitário às 05:57
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Quinta-feira, 7 de Maio de 2009

Um homem e uma mulher....

 

Um homem e uma mulher encontram-se numa estação do Metro, cumprimentam-se e um sorriso se abre em ambos os rostos, o metro acaba de parar, as portas abrem-se…”que cheio, como isto está”, não admira, estamos na hora de ponta retorquiu ela!
 
Entram com algum custo, o sinal acústico do fecho das portas, a chiadeira na hora do reiniciar a marcha, ao fundo da carruagem um cego pede esmola, fala bem alto – tenham a bondade – e vai avançado carruagem fora, duas passageiras discutem o custo de vida, o cego passa ali mesmo juntinho, o metro está a fazer nova paragem, continua a entrar mais pessoas do que saem, não admira, estamos na hora de ponta, ouviu-se novamente!
  
As duas passageiras continuam a falar, agora do trabalho, uma revela insatisfação a outra, diz-lhe: - deixa lá, filha…Isso não é nada, pior estou eu… - e assim continuam numa ladainha para saberem que é que está pior! - .
 
O homem e a mulher continuam de pé, os seus olhares “tocam-se”, sorriem e perguntam-se: como foi o teu dia hoje?... Aquela conversa de circunstância, assim como quando se fala do tempo que está ou do tempo que não está e que devia estar.
 
Mas o metro avança, agora, a cada paragem já sai mais gente do que entra, quase de repente a carruagem fica com “três gatos-pingados” , o homem diz: temos lugar para nos sentarmos – não vale a pena, é já na próxima paragem!
 
Saem da estação do Metro, o sol do fim do dia de verão, ofusca o homem e a mulher, onde está o meu carro?... ah, já sei, está ali, o trânsito flui lentamente, talvez o semáforo … não, aqui não há semáforos… bem, então muito trânsito! Era daquelas evidências que dispensava comentários, estava ali, à vista de cada um.
 
O homem e a mulher entram num café, procuram uma mesa para se sentarem, olha ali uma… sentam-se, o solícito do empregado de mesa aproxima-se e num sonoro boa tarde, questiona: o que desejam tomar?... pedem o que desejam, o empregado afasta-se os olhares tocam-se e os sorrisos surgem espontâneos, sim, havia sorrisos, talvez uns sorrisos “meio-tristes”, e nesses sorrisos, procuravam encontrar as palavras para conversarem.
Sim, para conversarem, afinal tinham ido ali para isso, mas as palavras não fluíam, estavam como o trânsito, fluíam muito lentamente.
 
O empregado de mesa aproxima-se, deixa as bebidas e afasta-se, o homem e mulher acabam de encontrar as palavras para a sua conversa, o sorriso agora é mais aberto, mais alegre, já conversam, mas do que conversam?... talvez coisas banais, mas conversam, afinal tinham ido ali para isso….
 
   
(Este texto é uma peça de um conto, que contém ficção e inspirado na “Invenção do amor” de Daniel Filipe.
Qualquer semelhança com a realidade, é mera coincidência.
É apenas um conto, em que a eventual publicação de futuras peças  falarão sempre do homem e da mulher.)
 
O Solitário

 

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publicado por O Solitário às 23:23
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Rumo ao sul....

 

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publicado por O Solitário às 05:38
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Quarta-feira, 6 de Maio de 2009

O Cais....

 

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publicado por O Solitário às 21:55
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Terça-feira, 5 de Maio de 2009

da minha janela...Navio MSC Lírica

 

 

 

 

Ano de construção
2003
 
 
 
Comprimento
251.25 metros
Largura
28.8 m.
Velocidade
21 nós
Tonelagem
59.058 t.
Passageiros totais
2065
Nº Cobertas
9
Tripulação
700
Nº camarotes interiores
276
Nº Camarotes
780
Nº camarotes com varanda
132
Nº Camarotes exteriores
504
 
 

 

 

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publicado por O Solitário às 21:29
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da minha janela....Navio MSC Ópera

 

 

Navio:
MSC Opera
Inaugurado em:
[informação indisponível]
Bandeira:
Panamá
Passageiros:
2055
Tripulantes:
740
Tonelagem:
60000
Comprimento:
251.25
Largura:
28.8
Velocidade:
21
Cabines:
856
Piscinas:
2
Restaurantes:
4
Tensão:
110
 
 
 
Fotos de "O Solitário"

 

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publicado por O Solitário às 05:36
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Segunda-feira, 4 de Maio de 2009

Da minha janela... CONSTELLATION - Sea Cruises Travel

 

 

Ficha Técnica

Companhia
Viagem Inaugural
2002 
Bandeira
Bahamas 
Passageiros
1.950 
Tripulantes
999 
Tonelagem
91.000 
Comprimento
294m 
Largura
32m 
Velocidade
24 nós 

 

Foto de "O Solitário"

 

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publicado por O Solitário às 22:42
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Sexta-feira, 1 de Maio de 2009

Migalhas...

 

 

 

Se uma migalha é o que sobra, o que resta a cada momento, então para os pombos restaram “migalhas de pão”, umas maiores, outras mais pequenas, mas todas significam o mesmo, significam o fim!

 

Os pombos, avidamente, disputam entre si, a posse de cada uma, e talvez os mais perspicazes, ou mais rápidos, ou ainda, com melhor sorte, consigam uma migalha maior. 

 

Na vida, no amor, na amizade, em tudo o que fazemos, sentimos tantas migalhas, e sentimos, o que vai sobrando dos momentos de cada um, e em certos momentos, somos uma migalha longe e distante, porque somos afastados por uma “sacudidela”, pela indiferença, pelo esquecimento, quando sentimos que de algo, que foi lindo, que foi belo, restaram umas migalhas… que ficaram por ali, para ir espalhando, quando nos der jeito, quando pensarmos que – hoje é dia de sacudir umas migalhas - do tempo que me restou.

 

Agora, já não há migalhas do tempo que resta, há apenas, memórias guardadas no baú de recordações, que guardo algures, que guardo no pátio da “Fortaleza do Silêncio”, neste imenso pátio que é a vida…

 

Mas é um baú aberto, é um baú que guarda gestos, toques, sorrisos, afectos e memórias sem migalhas, memórias de um tempo que passou, mas que foi vivido cada minuto,a cada instante, com intensidade, com amor e com paixão.

 

Ah, e os pombos, esses, continuam na disputa pela sua migalha…

 

Solitário

 


publicado por O Solitário às 19:08
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